Pré-candidatos eletivos e a cargos e o mexe-mexe político
CANDIDATURAS
Tem pré-candidatos que
sabem que a eleição é difícil e que as condições são mínimas e até nulas. Em verdade
são candidatos a cargos após as eleições. Apostam na eleição do candidato
majoritário (governo do Estado ou Federal). Em Maringá tem vários.
DE OLHO
Tem candidato que faz
campanha agora já com olho na próxima eleição municipal -se se eleger agora
melhor, mas o desejo é outro e a (pré) campanha já dá o tom.
CANDIDATA
Giselli Bianchini é
-declaradamente- pré-candidata a deputada estadual. Ela já prospectou uma
cadeira na Alep e vai tentar novamente. Deixou o PP, pelo qual foi eleita
vereadora (com 2.119 votos) e filiou-se ao PL (de Bolsonaro e Costa Neto). Seu
capital político está entre os patriotas bolsonaristas.
VOTAÇÃO
Depois dos vereadores
eleitos o candidato mais bem votado foi Victor Simião (com 1.727 votos) – pelo PSB,
que não teve vereador eleito e, por isso, não é suplente.
NA SEQUÊNCIA
Com 1.696 votos, Onivaldo
Barris é o sétimo nas votações do PP (Progressistas). Foi o sétimo colocado
deste partido e desde o início da legislatura luta para conquistar uma cadeira
na CMM. Para isso quer (judicialmente) depor o mais votado de sua legenda.
PROTAGONISTA
O subtenente Dioney é
outro não eleito que foi nas barras da justiça para tentar mudar a composição
da Câmara Municipal. Foi autos da denúncia de fraude na cota feminina do PSD
(partido do governador) e com isso deixa os mandatos de Janderson Mantovani e
Akemi Ueta Nishimori na berlinda.
PRIMEIRO TURNO
Pelos índices apresentados
pela pesquisa do Instituto Veritá, o senador Sérgio Moro, pré-candidato ao
governo do Paraná, deve levar essa eleição já no primeiro turno, com
apontamento de 57,9% da preferência dos eleitores – quase o dobro da soma dos
colocados em segundo e terceiro lugar (Requião Filho e Rafael Grecca).
AO SENADO
A disputa do senado da
República (pelo Paraná) tem disputa acirrada somente pela segunda vaga, já que
Deltan Dallagnol está disparadamente na dianteira, com 36,8% da preferência dos
votos. Na segunda e terceira colocação estão Gleisi e Filipe Barros,
respectivamente.
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