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Processo de punição à vereadora Ana Lúcia (PDT) e atritos entre damas

A Câmara Municipal de Maringá volta a protagonizar a política local, e com as mulheres no centro da celeuma. Desta vez o tema é repetido, porém a centralização é com novos personagens. De um lado a vereadora pedetista Professora Ana Lúcia e de outro a presidente do legislativo Majô Capedebosc, progressista.

PRÓLOGO

Tudo começou com uma denúncia de irregularidades no gabinete da vereadora de esquerda, com um assessor denunciando prática de assédio moral e probabilidade de prática de rachadinha.

SIGILO, O PEDIDO

Para formular sua denúncia, o assessor da vereadora solicitou sigilo sobre seu nome e apresentou prints de conversas onde era lhe exigido parte de seu salário para ser "doado" ao partido da vereadora, o PDT. Houve recusa e alegação de que ele nem era filiado a esta sigla partidária.

DESMERECIMENTO

As provas apresentadas foram desmerecida pela vereadora em baila. Embora a administração da Câmara Municipal tenha seguido a determinação de sigilo na denúncia, o vereadora envolvida, em público que o assessor em pauta era Vinícius Emanuel Felice de Oliveira -quebrando o sigilo. Agora na posição de ex-assessor ele reeforça a denúncia e apresenta mais subsídios para a "comissão processante" -que passou a existir mesmo com ação dela na tentativa de impedir.

ACUSAÇÃO

Ana Lúcia, em pronunciamentos postados na rede social, diz que esá sendo vitimada de ato político e que não existe provas de ilegalidade. Disse que é por ela ser uma contundente crítica da administração municipal e que a vereadora presidente da CMM é aliada e do partido do prefeito Silvio Barros.

COISA "BAIXA"

A pesidente da Câmara considerou as palavras da vereadora de coisa "baixa" e que a Câmara va conduzir a causa denro da legalidade. 

COMISSÃO PROCESSANTE

Foi formada, então, uma comissão processante paea cuidar do caso. O vereador Guilherme Machado, do PL, foi nomeado presidente desta comissão e Luiz Neto está como membro.

Neto é lider do prefeito na CMM. Silvio Barros (o prefeito) é alvo de muitas críticas da vereadora. Machado é o líder substitudo do pfefeito.

CANDIDATA

A vereadora Ana Lúcia é pré-candidata, pelo PDT, a uma cadeira na Assembleia Legislativa. Se cassada perde o mandato de vereadora e fica inelegível.

A SUPLENTE YALORIXÁ

Se isso realmente ocorrer, quem assume a vereança (no lugar de Ana Lúcia) é a primeira suplente do PDT, chamada Gislaine Gonçalves, conhecida como "Mãe Gi", que obteve 951 votos. Ela é a primeira  "Yalorixá" (sacerdotisa máxima nas religiões de matriz africana, como o Candomblé) que pode assumir uma cadeira na Câmara de Vereadores.

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