Homenagem ao pioneiro Kenji Ueta -testemunha ocular da história de Maringá
NOME NO JARDIM JAPONÊS
O pioneiro Kenji Ueta será homenageado neste domingo,
3, com seu nome no jardim imperial japonês. Localizado no interior do “Parque
do Ingá Prefeito Adriano José Valente” (entre a Zona Um e Zona Três).
O Parque do Ingá estava abandonado pela gestão passada (que
durou dois mandatos) e agora recebeu um investimento de R$ 1,1 milhão e o jardim
imperial ganha um novo portal de entrada.
O jardim imperial Pioneiro Kenji Ueta terá espaço zen, áreas
para piquenique, contemplação, lago, gazebo, paisagismo e uma estátua do homenageado
que registrou a história de Maringá, com suas fotografias.
A ORIGEM
Nascido no Japão, Kenji Ueta foi pioneiro de Maringá. Ele
chegou ao Brasil no ano de 1933 em busca de oportunidades de vida e atividades
profissionais.
A FAMÍLIA
Ele casou-se com Yoshiko Nakagawa Ueta e teve um casal de
filhos por aqui: Shiniti Ueta e Akemi Ueta Nishimori. Ele faleceu em setembro
de 2020, aos 93 anos de idade, em plena pandemia do Covid-19, vitimado pelo
“coronavírus”, poucos dias depois do falecimento da esposa (os 91 anos de
idade).
Foram 73 anos juntos com muitas histórias e participações na
história de Maringá e principalmente junto a colônia japonesa da cidade.
Sua família, em princípio estabeleceu-se no interior do Estado
de São Paulo, vindos de navio diretamente do Japão, a bordo do navio Santos
Maru. Nos planos estava o retorno para o país de origem após ganhar dinheiro.
A CHEGADA EM MARINGÁ
Ele trabalhou na roça, em fábrica de tecidos e no comércio.
Influenciado pelo irmão mais velho, que já estava estabelecido no norte do
Paraná veio para Maringá e sentiu-se bem, pois a colônia japonesa estava em
crescimento era muito receptiva.
O LEGADO
Kenji Ueta ficou conhecido, também, como "seo Paulo" registrou o desenvolvimento de Maringá com suas fotografias - profissão pioneira dele - guardando acontecimentos, desenvolvimento e pessoas. Ele manteve, por toda sua vida em Maringá, loja fotográfica muito conhecida, o "Foto Maringá". Seu acervo foi doado para o Museu da UniCesumar.


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