Gatos fazer arruaça na ausência de Ratinho - Vingança de Moro - Fora Tóffoli é o "grito de guerra"
O RATO SAI, OS GATOS TOMAM CONTA
Enquanto o governador Ratinho Junior passa tmporada nos Estados Unidos (Disney) a oposição ocupou o plenário da Assembleia Legislativa do Paraná, nas vésperas do Carnaval, e intensificou a ofensiva contra as privatizações e o aumento do custo de vida no Estado.
O foco
é a venda da Celepar por R$
1,3 bilhão, classificada como “liquidação” por parlamentares.
Arilson Chiorato (PT), líder da oposição, afirma que o valor proposto não reflete o patrimônio público. Segundo ele, a empresa de tecnologia possui ao menos R$ 2,2 bilhões em contratos já assinados e publicados.
FORA TÓFFOLI E MORAES
A Faria Lima acendeu a luz vermelha e entrou no modo “tira-ministro”. e, Dias Toffoli foi emparedadono caso do escândalo do Banco Master e agora vira as "rajadaas para o lado de Alexandre de Moraes, relator do 8 de janeiro e do processo que condenou Jair Bolsonaro
(PL). O lema não é só para tirar tirar Tóffoli do caso, é preciso tirá-lo do Supremo Tribunal Federal
(STF). O presidente Lula vibra, por nutrir mágoa contra Tóffoli e assim terá a oportunidade de emplacar Messias e Rodrigo Pacheco.
VINGANÇA
DE MORO
Sergio Moro, senador pelo União Brasil-PR, tenta virar o jogo político após o caso do Banco Master e dispara nas redes para pedir a convocação de Tóffoli na CPI do Crime Organizado e
transformar a crise do Supremo Tribunal Federal em munição contra quem hoje
relata, na Corte, a apuração sobre a antiga 13ª Vara Federal de Curitiba.
Para Moro “um dia é da caça, outro do caçador”. O ex-juiz da
Lava Jato, alvo de investigação no STF a partir de acusações do “agente
infiltrado” Tony Garcia, agora posa de acusador contra Toffoli, que deixou a
relatoria do caso Master nesta quinta-feira (12).
KIRCHNER CONTINUARÁ RESTRITA
A Justiça argentina manteve nesta sexta-feira (13) as restrições da prisão domiciliar da ex-presidente da Cristina Kirchner, e rejeitou o pedido para retirar a tornozeleira eletrônica e ampliar o regime de visitas no apartamento de San José 1111, em Buenos Aires. A decisão foi por maioria. O tribunal confirmou o modelo que exige autorização judicial prévia, individual e fundamentada para a entrada de pessoas fora do núcleo familiar imediato ou de equipe profissional considerada indispensável. O limite permanece em até três visitantes por encontro, duas vezes por semana, por até duas horas.
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