Uma mulher no Senado pelo Paraná

Uma mulher paranaense no Senado
A probabilidade de o Paraná ter uma mulher no Senado da República, através de eleição direta é uma probabilidade real.
NÃO SERÁ GLEISI

Não é com a eleição de Gleisi Hoffmann, que ao não ser eleita terá problemas judiciais com a perda do “foro privilegiado” – com envolvimentos vários (que vem da época em que era casada com Paulo Bernardo que foi alvo da Operação Custo Brasil, em 2016, acusado de envolvimento em um esquema de desvio de recursos de empréstimos consignados de servidores públicos).
Em caso de derrota (Iminente) do PT em nível nacional, ela como presidente do partido fica sem protagonismo político, até mesmo com o a candidatura do deputado Lindeberg Farias (seu atual marido) que registra receitas declaradas superiores a R$ 2,2 milhões, com repasses expressivos da direção nacional do Partido dos Trabalhadores (PT) e forte aplicação de recursos em serviços de impulsionamento digital – e tem a probabilidade de não eleição (a conferir).
NÃO SERÁ CRISTINA

Quanto a eleição de Cristina Graeml é uma realidade bem distante (a conferir os números da eleição de domingo). Ela conquistou uma grande parcela do eleitorado em Curitiba, quando foi “moída” pelo sistema e perdeu a eleição. Agora ela -sem opções- agarrou-se ao governo do Estado e a campanha não decolou.
Então, como pode uma mulher ficar em evidência...
Isso será possível se o ativismo da toga realmente impedir -em um momento próximo- a continuidade de Deltan Dallagnol no Senado da República. Nas urnas -mesmo sem poder fazer campanha e pedir votos- a provisão é de que seja eleito com grande coração.
Claramente haverá movimentação, pois Dallagnol é a pedra no sapato (e pelica) dos ativistas e farão de tudo para preservar a “intocabilidade” do “Supremo” (que neste caso não é o Deus). E, em contrapartida haverão recursos em quanto possível, arrastando as decisões por um pouco mais.
FERNANDA É O NOME DELA

Cassado e afastado (uma probabilidade real) Deltan ficará de fora mesmo com uma votação expressiva. Essa vitimização o levará a indicar a sua esposa, Fernanda Mourão Ribeiro Dallagnol (foto inicial), como candidata do partido Novo, em uma eleição suplementar -que é o caminho para preencher a vaga que -supostamente- se abrirá. Está aí a possibilidade de uma mulher no Senado da República pelo Estado do Paraná.
