Em campanha eleitores de Ana Lúcia só a questionam sobre "Rachadinhas" e Assédio"


A vereadora Ana Lúcia Rodrigues (PDT), ao usar a tribuna, hoje, 27, na Câmara Municipal de Maringá e com voz embargada -quase aos prantos- desabafou a perseguição política que vem sofrendo. Ontem ela teve movimentações desfavoráveis na justiça, negando-lhe liminar. Teve, ainda, uma de suas testemunhas falando (em juízo) que a prática de levar assessores a ter que pagar taxas para o partido só ocorrem em Maringá.
Tanto em seu pronunciamento oficial quanto nas entrevistas para a imprensa ela disse que a presidente Majô conseguiu o que queria e sua candidatura (é candidata a deputada federal) está prejudicada. Afirma ela que ao pedir votos, os eleitores só abordam o tema da “rachadinha” e do “assédio” em que ela responde acusação.
Majô Capdeboscq disse que os atos dela sempre estiveram baseados na legalidade e nas orientações do jurídico da Câmara.
